Há anos no setor de correias, a Baruck desenvolveu os melhores processos de aplicação de taliscas, guias e contenções sanfonadas laterais, entregando aos clientes resultados que proporcionam maior durabilidade de solda, além de ótima capacidade de carga e previsibilidade de horas trabalhadas. Todo o processo, tanto de solda térmica quanto solda de HF (High Frequency), fornece um produto de acabamento visual perfeito e solda integral de altíssima qualidade em toda a extensão de toque, com garantia de testes de solda interna que revelam índices de aproveitamento de área maiores que 98%, realizados por meio da reabertura das peças acopladas, medindo pontos em que a solda não apresentou íntegra aderência. O benefício deste processo é a durabilidade do acessório e a redução de paradas de máquinas para troca de correias. Os cuidados estendem-se até a extrusão do acessório que tem sua base em matéria prima 100% virgem, rastreada desde sua produção, evitando que ocorra a utilização de polímero reciclado e como consequência, o possível aparecimento de micro rachaduras devido à falta de compatibilidade de materiais no momento da fusão da correia com o acessório. As preparações são baseadas em compostos plásticos que reagem seguindo a mesma rigorosidade, garantindo que o objetivo, uma correia que garanta a previsão de horas trabalhadas, seja atingido em plenas condições. Toda essa técnica é oriunda dos 10 anos de know how e de investimentos em estudos que viabilizaram as melhorias e a maior qualidade. Venha para a empresa que tem feito a diferença quando o assunto é Qualidade!
Mercado Moveleiro vê crescimento após dificuldades em abril
Com um início de ano tímido quando se tratando da comercialização de seus produtos, o mercado moveleiro vem reagindo bem aos impactos na economia e crescendo exponencialmente se comparado ao primeiro trimestre de 2020. Alavancando 15,9% mais vendas em junho que no mês anterior, depois de uma boa recuperação já iniciada em maio, no qual o índice bateu 9,1% mais vendas que o mês de abril, um fôlego novo atingiu em cheio e no momento certo essa ala da economia brasileira. Além de figurarem como um alívio para os fabricantes, varejistas e lojistas do setor, os dois meses seguidos de bons retornos trouxeram uma perspectiva positiva para o mês de julho e projeções de crescimento exponenciais para os próximos meses. Se comparado ao total movimentado nos mesmos meses de 2019, o setor surpreendeu ainda mais, pois mesmo em meio à crise, bateu resultados acima do esperado e gerou na economia uma movimentação de R$ 23,9 bilhões se colocados lado a lado junho de 2019 e junho de 2020. Esses dados entram no cálculo como fortes fatores para reforçar a tendência de desenvolvimento positivo para o ramo. Como já era de se esperar, o setor vem investindo pesado em divulgação nas plataformas online e no e-commerce, estratégias que foram fundamentais para os resultados obtidos no segundo trimestre, somando pontos importantes no que diz respeito a volume de vendas. A diferença foi tão drástica, que se comparar as vendas online efetuadas em junho de 2019 com o mesmo mês de 2020, a diferença fixou por volta dos 73% superior este ano. Essa alternativa para saída de mercadorias atingiu positivamente até o mês que passou por mais dificuldades neste trimestre, abril. Com 3,3% mais negócios online firmados que em março, a desenvoltura deste método já era sentida por muitos comerciantes do meio moveleiro. Com os dados agrupados oriundos de todos os cantos do Brasil, concluiu-se um crescimento geral de 10,3% no fim deste semestre. Porém, sendo um país de enormes extensões territoriais, é possível ter seu mercado de móveis melhor observado se repartido em regiões. Por este ângulo, estudos apontaram com mais detalhes que a região sudeste foi quem mais sofreu com as quedas de vendas em abril, atingindo -22,6% em relação a março e a região nordeste se destacou com o melhor fechamento percentual de recuperação em junho, batendo admirados 18,3% de crescimento. Fonte: emobile
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Agronegócio: a esperança na retomada da economia no Brasil
Burlando todas as expectativas negativas advindas da disseminação do Coronavírus no Brasil, o agronegócio nacional surpreendeu a todos os especialistas da área e tem, até mesmo, batido recordes nas safras. Ao menos, esse foi o resultado alcançado no primeiro trimestre de 2020, com porcentagem de crescimento em 1,9% se comparado ao último trimestre de 2019, com geração de R$ 120 bilhões e exportações 17,5% maiores. Com as projeções indicando a movimentação de um montante por volta de R$ 697 bilhões até o final do ano, a agricultura e pecuária brasileira passam por um momento controverso ao de outros setores da economia e são indicados como os possíveis motores para a volta aos trilhos no país, como mencionou o presidente da Embrapa, Celso Moretti: “O agro vai ser um motor da recuperação da economia brasileira porque os produtores, apesar de todas as dificuldades, conseguiram uma safra recorde.” O cenário é ainda mais favorável aos produtores de soja, pois a produção destes cereais destinados, em suma, às grandes granjas de suínos, tem garantido grandes retornos por meio de altas demandas nas exportações, somados aos bons preços e ao dólar em disparada. O que mais colaborou para a alavancada da soja foi a época do ano em que a pandemia se instalou no Brasil, justamente quando já havia terminado a safra, restando somente a comercialização da commodity para concluir todo o processo. Outro grão que demonstrou força foi o milho. Tendo as mesmas vantagens que a soja para lidar com a situação global, o milho, também muito procurado por criadores de suínos, obteve grandes volumes em exportações, passando o principal produtor mundial, os Estados Unidos, com 2 milhões de toneladas a mais embarcadas. No tocante à comercialização de proteínas, a carne bovina respondeu avidamente à procura, após um pequeno declive nos preços da arroba do boi nos frigoríficos no começo da pandemia. Porém, passado este estágio, o crescimento voltou saudável e prometendo elevação tanto no mercado interno quanto no externo. Porém, vale lembrar e salientar que as boas notícias não representam todos os setores. Ramos como os de pequenos produtores de frutas e hortaliça, todo o mercado de floriculturas e os fornecedores de algodão sofreram enormidades com a crise. O primeiro teve em seu encalço a proibição de receber consumidores em suas feiras. O segundo esbarrou no cancelamento de eventos e cerimonias que constantemente procuram por decorações elaboradas. Já o terceiro, prevê uma menor procura por parte de sua maior consumidora, a indústria têxtil. Para acrescentar, houve grande desafio durante o processo, pois a pandemia atingiu um ponto crucial da lavoura, exatamente quando é colhida e beneficiada a fibra, segundo Milton Garbujio, presidente da Abrapa. Fonte: Uol